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Óbidos

Pela sua excelente localização junto ao mar e com os braços da Lagoa chegaram ao morro, estas terras desde sempre foram habitadas, o que se confirma pela estação do Paleolítico Inferior do Outeiro da Assenta. Aqui se formou um castro Celtibero, voltado a poente. Sabe-se que aqui comerciaram os fenícios, e hoje com mais propriedade que os Romanos aqui se estabeleceram, sendo provável que a torre sul do Facho, tenha tido a sua origem numa torre de atalaia de construção romana, como posto avançada da cidade de Eburobrittium, grande urbe urbana encontrada e em fase de trabalho arqueológico.   

Em 11 de Janeiro 1148, o primeiro rei, D. Afonso Henriques, apoiado por Gonçalo Mendes da Maia, tomou Óbidos aos árabes, após o cerco de Novembro anterior. O Cruzeiro da Memória é um singelo monumento da época, mais tarde restaurado. Óbidos pertenceu ao pentágono defensivo (dos cinco castelos), do centro do reino, idealizado pelos Templários.   

Com a oferta de Óbidos como prenda de casamento de D. Dinis a sua esposa D. Isabel, a Vila ficou pertença da Casa das Rainhas, só extinta em 1834, e por aqui passaram a maioria das rainhas de Portugal, deixando grandes benefícios. D. Catarina manda construir o aqueduto e chafarizes. A reforma administrativa de D. Manuel I dá a Óbidos em 1513 novo Foral, sendo esta época muito intensa em requalificações urbanas.  

O terramoto de 1755 fez sentir-se com intensidade na Vila, derrubando partes da muralha, alguns templos e edifícios, alterando na construção, alguns templos e edifícios, alterando na construção, alguns aspectos do traçado e do casco árabe e medieval. Também Óbidos foi palco das lutas da Guerra Peninsular, tendo aqui sido a grande batalha da Roliça, que no tempo pertencia ao “termo” de Óbidos.   

Mais recentemente a Vila foi palco da reunião preparatória da Revolta do 25 de Abril, ficando assim ligada ao corajoso e heróico movimento dos capitães.

 

Eventos

Óbidos Vila Natal

Com a chegada do mês de Dezembro, a Vila de Óbidos reveste-se de luz, cor e fantasia para receber o Óbidos Vila Natal.

Repleto de momentos especiais, alegria e animação, este espaço convida crianças e adultos a viver experiências mágicas, entre inúmeras brincadeiras e diversões.

 

Festival Internacional de Chocolate

Chocolate. Uma palavra mágica que em Óbidos assume um significado muito especial. O Festival Internacional de Chocolate de Óbidos, desde a primeira edição é o maior evento organizado pelo município.

Todos os anos cerca de 200 mil pessoas visitam o certame que tem vindo a subir qualidade de oferta. Mais espaço, mais actividades, mais esculturas em chocolate…mas a mesma magia!

 

Semana Santa de Óbidos

“Óbidos continua a ser um palco privilegiado de celebrações de acontecimentos de índole histórico-religiosa. Evocando a Paixão e a morte de Cristo, a Semana Santa atrai à Vila milhares de pessoas, portuguesas e estrangeiras, unidas pela devoção e pela cultura".

Despertando o maior interesse do ponto de vista turístico, a Semana Santa, desde cedo, revelou-se como o melhor cartaz de Óbidos e, inegavelmente, apresenta as mais impressionantes cerimónias religiosas do seu género no Oeste e no país, para além de um programa cultural com concertos, exposições, autos,  atraindo milhares de portugueses e estrangeiros a Óbidos.

 

Maio Barroco

Esta Temporada de Música erudita é dedicada ao compositor obidense José Joaquim dos Santos (1747 – 1801). Com esta iniciativa pretende-se chamar a atenção sobre o património musical local e prestar homenagem a um dos principais vultos da música portuguesa da segunda metade do século XVIII.

J.J. dos Santos foi mestre da Santa Igreja Patriarcal e ficou conhecido como o único compositor da segunda metade de setecentos que teve a sua obra impressa. Hoje, a sua obra encontra-se dispersa pelo mundo inteiro e tem havido notícias da existência de partituras suas em Paris, Rio de Janeiro e em muitos outros países.

Durante o mês Maio é organizada uma temporada de música cujo programa inclui concertos cujo repertório é composto por obras deste compositor.

 

Temporada de Cravo

A Temporada de Cravo, em Óbidos, reveste-se de um interesse especial por dois motivos: por ser um instrumento central da música antiga e porque Óbidos, sem dúvida, oferece um palco muito especial a esse tipo de sonoridade, já que, além do seu ilustre passado medieval, também o Barroco assume uma presença homogénea e rara.

Deste modo a Câmara Municipal de Óbidos, possuindo um instrumento de grande qualidade (cópia de Goemans-Taskin do género franco-flamengo 1764-1783, fabricado pelo italiano Guido Bizzi no ano 2000), aplica-o na valorização das sonoridades e sensibilidade barroca, tão adequada aos espaços da Vila.

A Temporada de Cravo de Óbidos procura divulgar a música, sobretudo da época barroca, tendo como ponto de partida o instrumento mais emblemático desta época.

 

Junho das Artes

Junho das Artes é um evento que se abre à participação de todos os artistas emergentes (jovens artistas, finalistas e/ou recém-licenciados), com trabalhos nas diversas áreas das Indústrias Criativas:

Arquitectura

Artes Visuais

Audiovisuais Televisão & Rádio

Artes Performativas & Entretenimento

Cinema & Vídeo I Design I Escrita & Publicação

Música

Software Educacional & Lazer.

 

As Artes em Óbidos, no mês de Junho, à conversa com o património, criam novas vivências.

Óbidos integra as artes com o seu espaço construído ao apostar na inovação, numa fusão em que a história e a produção criativa estão em estreita relação com múltiplas competências, dando forma a um território de experimentação, reflexão e intensa actividade artística.

Proporciona-se aos artistas um espaço de peculiar envolvimento para exposição, divulgação e venda das obras de arte.  

 

 

Mercado Medieval de Óbidos

Desde 2002 que Óbidos mergulha no tempo e a Vila transforma-se num verdadeiro palco da história.

Uma das apostas da organização do Mercado Medieval é o maior envolvimento das gentes locais, que vai desde a estruturação da zona de Tabernas à participação na Animação do evento.

 

Semana Internacional do Piano

Promovida pela Associação de Cursos Internacionais de Música de Óbidos (ACIM) com o apoio da Câmara Municipal de Óbidos e do Ministério da Cultura – Instituto das Artes.

 

Festival de Ópera

O Festival de Opera de Óbidos é um projecto pioneiro no campo da Ópera, sistematizando uma oferta cultural como estratégia de promoção e valorização do património edificado da Vila e do Concelho.

Para além de assistir aos melhores espectáculos ao ar livre, a iniciativa pretende descentralizar esta arte. Mas mais do que isso, Óbidos quer que a Ópera seja para todos.

 

Locais de Interesse a visitar:

Castelo

Atribui-se ao Castelo de Óbidos origem romana, provavelmente assente num castro. Foi  posteriormente fortificação sob o domínio árabe. Depois de conquistado pelos cristãos (1148) foi várias vezes reparado e ampliado. No reinado de D. Manuel I, o seu alcaide manda construir um paço e alterar algumas partes do castelo. No Paço dos Alcaides salientam-se as janelas de belo recorte manuelino abertas para o interior do pátio. São ainda do seu tempo a chaminé existente na sala principal e o portal encimado pelas armas reais e da família Noronha, ladeado por duas esferas armilares. O Paço sofreu fortes danos com o terramoto de 1755. No século XX estava em total ruína tendo sido recuperado para instalar a Pousada (a primeira pousada do Estado em edifício histórico).

 

Igreja de São João baptista (Museu Paroquial)

Morada: Rua do Cemitério, São Pedro, 2510-217 Óbidos

Horário:

9.30 - 12.30 / 14.30 - 17.00 (Outubro a Março)

9.30 - 12.30 / 14.30 - 19.00 (Abril a Setembro)  

A sua origem remonta a 1309 quando a Rainha Santa Isabel constrói neste lugar, outrora afastado da Vila, uma gafaria ou leprosaria com uma capela dedicada a São Vicente.

Contudo, a configuração que ainda hoje apresenta resulta em grande parte das obras sofridas ao longo do século XVI, após a integração dos seus bens na Santa Casa da Misericórdia de Óbidos, então fundada. A comunicação entre a igreja e a gafaria seria feita através de uma galilé, cujos arcos se detectam no interior. Em meados do mesmo século, sob o reinado de D. João III, novas obras são realizadas. Em 1636 transita para esta igreja a sede da paróquia de São João Baptista do Mocharro, até aí sediada na igreja do mesmo nome localizada fora das muralhas, facto que terá dado origem a novos trabalhos de remodelação. O terramoto de 1755 terá afectado também o templo,  correspondendo a esse período a torre sineira e o actual retábulo da capela-mor, de talha rococó com uma tela representando São João Baptista.

 

Porta da Vila

Entrada principal da Vila, é encimada pela inscrição - «A Virgem Nossa Senhora foi concebida sem pecado original» - mandada colocar pelo Rei D. João IV, em agradecimento pela protecção da Padroeira aquando da Restauração da Independência em 1640. No seu interior encontra-se a capela-oratório de Nossa Senhora da Piedade, Padroeira da Vila, com varandim barroco e azulejos azuis e brancos (c.1740-1750) com motivos alegóricos à Paixão de Cristo, representando a Agonia de Jesus no Horto e a Prisão de Jesus.

 

Porta do Vale ou Senhora da Graça

Morada: Rua porta do vale, 2510-084 Óbidos

Porta de acesso à Vila pelo lado nascente, tem no seu interior uma capela-oratório dedicada a Nossa Senhora da Graça, no local onde já deveria existir um nicho com uma imagem que a tradição diz ter sido oferecida em acção de graças após o cerco de 1246 (na disputa entre D. Sancho II e D. Afonso III). Esta capela-oratório foi reformada em 1727, por iniciativa de um magistrado da Índia, Bernardo de Palma, em cumprimento de uma promessa de sua filha, que morreu de amores contrariados por um jovem obidense, transformando-se então o torreão num verdadeiro templo, com capela-mor, retábulo, coro, tribuna e sacristia, em que a nave não é mais do que a passagem da rua pelo seu interior.

 

Rua direita (Rua principal)

Conhecida com esta designação já no séc. XIV, liga a porta da Vila ao Paço dos Alcaides. Nos séculos XVI e XVII a rua Direita sofreu importantes transformações, ficando ocultados alguns dos antigos portais góticos das casas.

 

Igreja de São Pedro

Morada: Largo de São Pedro, 2510-086 Óbidos

Horário:

9.30 - 12.30 / 14.30 - 17.00 (Outubro a Março)

9.30 - 12.30 / 14.30 - 19.00 (Abril a Setembro)  

 

De fundação Medieval, da sua construção inicial conserva apenas os vestígios do antigo portal gótico na fachada. Foi reformada na segunda metade do século XVI, como outras igrejas da Vila, de que subsistem o portal principal, a capela baptismal à entrada do lado do Evangelho, coberta por uma pequena cúpula reticulada assente sobre trompas concheadas. Muito afectada pelo terramoto de 1755, destaca-se no seu interior, de nave única, o magnífico retábulo barroco de talha dourada do período joanino. A antiga pintura da tribuna do retábulo - S. Pedro a receber de Cristo as chaves do Céu - de finais do século XVII ou princípios do XVIII (Sérgio Gorjão, 2000), encontra-se actualmente na parede do lado da Epístola. Nesta igreja foi sepultada a pintora Josefa de Óbidos (1630-1684) e o Padre Francisco Rafael da Silveira Malhão (1794-1860).  

 

Capela de São Martinho

Morada: Largo de São Pedro, 2510-086 Óbidos

Horário:

9.30 - 12.30 / 14.30 - 17.00 (Outubro a Março)

9.30 - 12.30 / 14.30 - 19.00 (Abril a Setembro)

Capela funerária familiar, situa-se defronte da Igreja de São Pedro. Foi instituída em 1331 pelo Padre Pêro Fernandes, beneficiado da Sé de Lisboa. Na frontaria, rematada por cachorrada, destaca-se o pórtico ogival de três arquivoltas assentes sobre colunas de capitéis vegetalistas e encimado por uma inscrição gótica. No interior, coberto por abóbada nervada, encontram-se três túmulos em arcossólios ogivais, apresentando um deles uma espada esculpida. No exterior conservam-se ainda dois túmulos medievais, sendo o da direita armoriado com cinco escudos.  

 

Igreja da Misericórdia

Morada: Largo da Misericórdia, 2510 Vila de Óbidos, Óbidos

Horário:

9.30 - 12.30 / 14.30 - 17.00 (Outubro a Março)

9.30 - 12.30 / 14.30 - 19.00 (Abril a Setembro)

Antiga Capela do Espírito Santo, aqui foi fundada pela Rainha D. Leonor a Santa Casa da Misericórdia de Óbidos, segundo a tradição, ainda em 1498. A igreja sofreu várias reformas, sobretudo a partir de finais do século XVI.

No exterior destaca-se o portal de arrojada composição, rematado por um nicho com uma imagem da Virgem com o Menino de cerâmica vidrada e pintada, de provável produção lisboeta dos anos de 1665 a 1680 (José Meco, 1998). As portas de madeira estão datadas de 1623.

 

Igreja de Santa Maria

Morada: Praça de Santa Maria , 2510-001 Óbidos

Horário:

9.30 - 12.30 / 14.30 - 17.00 (Outubro a Março)

9.30 - 12.30 / 14.30 - 19.00 (Abril a Setembro)

Igreja matriz, localizada na praça do mesmo nome, é o principal templo de Óbidos. Embora a tradição faça remontar a sua fundação ao período visigótico, transformada em mesquita no período muçulmano e novamente sagrada por D. Afonso Henriques logo após a conquista da Vila em 1148, o facto de se encontrar fora da primitiva cerca muralhada parece contrariar esta hipótese. Não se conhecendo a data exacta da fundação. O templo medieval foi profundamente reformado pela Rainha D. Leonor em finais do século XV, arrastando-se as obras pelo primeiro quartel do século XVI.

Atingida certamente pelo terramoto de 1535, cerca de 1570 ameaçava ruína, pelo que é imediatamente pensada a sua completa reconstrução. Desta campanha resulta a sua configuração actual. Cerca de um século depois, sofre novas obras de beneficiação, por iniciativa do Prior Doutor Francisco de Azevedo Caminha, que redecora a igreja através de um programa artístico de gosto barroco - tecto, azulejos e telas das naves.

 

Telheiro

Situado na Praça de Santa Maria, junto ao pelourinho, serviu de mercado da Vila até ao início do século XX.

 

Pelourinho

Coluna de pedra, símbolo do poder Municipal, apresenta as armas reais e o camaroeiro símbolo da Rainha D. Leonor. Encontra-se por cima do chafariz da Praça de Santa Maria, mas deverá ter estado frente à Casa da Câmara (antigamente junto à Igreja de Santa Maria).  

 

Igreja de São Tiago

Morada: Largo de São Tiago Cerca do Castelo, 2510 Óbidos

Mandada construir por D. Sancho I, em 1186, possuía originalmente três naves com a entrada principal virada a poente, comunicando assim directamente com o interior do castelo. Era a igreja de uso da Família Real aquando das suas estadas em Óbidos, sendo enriquecida ao longo dos séculos com numerosas obras de arte, de que se destacava a Galeria da Rainha, obra de talha gótica. A igreja foi totalmente destruída pelo terramoto de 1755 e reconstruída em 1772, com a fachada alinhada com a Rua Direita e cabeceira voltada a norte.  Tinha no retábulo do altar-mor uma pintura representando São Tiago Maior, tábua maneirista de autor desconhecido da segunda metade do séc. XVI.

 

Ermida Nossa Senhora do Carmo

Situada fora de portas, na encosta do lado poente, a sua origem perde-se no tempo. A tradição afirma ter sido um templo romano dedicado a Júpiter, havendo a memória de terem existido nesta igreja várias lápides com inscrições romanas. Foi também muito afectada pelo terramoto de 1755, resultando a sua feição actual das obras de reintegração que sofreu em meados do século XX, por acção da Direcção Geral dos Edifícios e Monumentos Nacionais. A antiga imagem do orago, São João Baptista, é uma notável escultura de meados do século XV de provável origem coimbrã, encontrando-se hoje no Museu Municipal. No exterior, junto à cabeceira, ergue-se o campanário medieval.   

 

Ermida de Nossa Senhora de Monserrate (Ordem Terceira)

Morada: Rua Dom João de Ornelas, 2510-074 Vila de Óbidos

Horário:

Encerrada à Quarta-feira

9.30 - 12.30 / 14.30 - 17.00 (Outubro a Março)

9.30 - 12.30 / 14.30 - 19.00 (Abril a Setembro)  

 

 Situada no Arrabalde, é um pequeno templo com um portal barroco, encimado pelas armas franciscanas. O interior, de uma só nave e capela-mor coberta por cúpula, destaca-se pelo seu revestimento azulejar da primeira metade do século XVII. Nas paredes laterais apresenta, na parte inferior, azulejos azuis e brancos enxaquetados e, na parte superior, uma composição com azulejos azuis e amarelos.

O retábulo, pintado por Belchior de Matos (c. 1600) representa São João em Patmos e outros santos ligados à ordem franciscana.  

 

Santuário do Senhor Jesus da Pedra

Morada: Estrada Óbidos / Caldas da Rainha, São Pedro, 2510-217 Óbidos

Tel.: 262 959 945

Horário:

Encerrado à  Segunda-Feira

9.30 - 12.30 / 14.30 - 17.00 (Outubro a Março)

9.30 - 12.30 / 14.30 - 19.00 (Abril a Setembro)  

 

Fora da Vila, na estrada para as Caldas da Rainha, ergue-se o Santuário do Senhor da Pedra, templo inaugurado em 1747. Tem a particularidade de articular um volume cilíndrico (exterior) com um polígono hexagonal (interior), em planta centrada à qual se anexam três corpos (dois correspondentes às torres e outro que corresponde à sacristia). No seu programa de simetrias destaca-se o jogo de janelas invertidas. O seu interior apresenta três capelas: a capela-mor dedicada ao Calvário, com uma tela de André Gonçalves, e as capelas laterais dedicadas a Nossa Senhora da Conceição e à Morte de São José, com telas de José da Costa Negreiros. A "estranha" imagem de pedra de Cristo Crucificado, em maquineta própria no Altar-Mor, esteve até à inauguração do Santuário recolhida numa pequena ermida junto à estrada para Caldas da Rainha onde era objecto de grande devoção, nomeadamente do Rei D. João V.

 

Aqueduto

Mandado construir pela Rainha D. Catarina de Áustria, mulher de D. João III, tem 3 km de comprimento. A Rainha custeou integralmente a sua construção, recebendo em troca a várzea, que passou a ser conhecida como Várzea da Rainha.

 

Museu Municipal de Óbidos 

Morada: Praça de Santa Maria, 2510-079 Óbidos

Horário:

Segunda a Domingo

10h00 - 13h00

14h00 - 18h00 

 

A exposição permanente do Museu Municipal de Óbidos é uma viagem pela produção artística e pela devoção religiosa da história da Vila. A colecção testemunha a acção das colegiadas religiosas e o enriquecimento cultural marcado por encomendas a alguns dos maiores nomes da Arte Portuguesa. Destaca-se a colecção de pintura dos séculos XVI e XVII, onde constam obras de André Reinoso e Josefa d’Óbidos.

 

Museu Paroquial de Óbidos

Morada: Rua Direita, 78 a 86, 2510 Óbidos

Horário:

Segunda a Domingo

10h00 às 13h00

14h00 às 18h00

 

A Igreja de S. João Baptista, localizada junto à Porta da Vila, é um dos imóveis mais simbólicos e uma referência incontornável do Património edificado em Óbidos.

Mandada erigir pela Rainha Santa Isabel, em 1309, esta igreja, então dedicada a S. Vicente, serviu para assistência religiosa àqueles que mais padeciam na Idade Média, os leprosos.

 

Museu Abílio de Mattos e Silva

Morada: Praça de Santa Maria, n.º 4 2510-079 Óbidos

Horário: Terça-feira a Domingo das 10.00h às 13.00h e das 14.00h às 18.00h

Encerra às Segunda feiras e em alguns dias festivos

Abílio de Mattos e Silva foi pintor, cenógrafo e figurinista, nascido no Sardoal em 1908, e falecido em 1985. Apesar de não ser natural de Óbidos esta era a sua terra de eleição, onde foi criado e onde manteve uma residência com a sua mulher, arquitecta de interiores Maria José Salavisa. Apesar de se ter revelado um artista promissor nas artes plásticas, acabou por se dedicar a uma actividade criativa cheia de grande vitalidade, ligada ao teatro e ópera.

 

Galeria NovaOgiva

Morada: Rua Direita, Óbidos

Horário:

Segunda a Domingo

10h00 - 13h00

14h00 - 18h00 

 

A Galeria NovaOgiva é a extensão de arte contemporânea da Rede de Museu e Galerias, constituindo uma aposta na expressão artística, de elevada qualidade, partindo da recuperação de uma ideia e de um espaço base.  


Galeria da Casa do Pelourinho

Morada: Largo de S. Pedro 2510-086 Óbidos

Tel.: +351 262 955 557

Horário:

Segunda a Domingo

10h00 - 13h00

14h00 - 18h00 

 

Inaugurado em 2004, este espaço é destinado a apresentar eventos de relevância cultural, nomeadamente mostras de arte contemporânea, promovendo e estimulando a prática e os novos talentos que se vão firmando no panorama artístico nacional.

 

Gastronomia:

Caldeirada de peixe da Lagoa de Óbidos;

Enguias fritas e de ensopado;

Trouxas-de-ovos e lampreias das Gaeiras;

Alcaides;

Pegadas e pastéis de Moura;

Fruta - maçãs e laranjas.

Ginjinha d’Óbidos

 

Artesanato

Bordados de Óbidos - Uma arte com meio século de existência 

Arabescos, pássaros, o castelo e a palavra Óbidos, bordados em tons de azul, rosa, salmão, verde, amarelo e castanho compõem os bordados de Óbidos. Criados em meados do século passado por uma obidense, nestes bordados são empregues os pontos pé de galo para o preenchimento e o ponto pé de flor para os contornos, sobre o linho branco, meio linho ou estopa. É com franja executada no tear manual ou ainda com bainha presa com os mesmos pontos que se empregam no trabalho que se terminam os bordados.

Actualmente a Associação Artística e Artesanal "Bordar Óbidos" está sedeada na Rua Direita, junto ao Largo de Santa Maria, depois de anos a fio ter ocupado a Capela de S. Martinho.

Este espaço é actualmente dividido com as artesãs de verguinha (cerâmica). Expostos neste local encontram-se os mais variados trabalhos, desde panos para tabuleiros e quadros, naperons, blusas, sacos de cheiros, apliques em caixinhas e abajours. As paredes do edifício estão ainda ornamentadas com tapeçaria de Óbidos, também inspirada neste bordado.